Nerdstark Entrevista: Elenco do filme O Rastro Nerdstark Entrevista: Elenco do filme O Rastro
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No próximo dia 18 de maio estreia no circuito comercial brasileiro o filme de terror psicológico O Rastro, produção nacional dirigida por J C Feyer, que conta com um elenco de primeira formado por Rafael Cardoso, Alice Wegmann, Leandra Leal e Cláudia Abreu. Durante a passagem da CCXP Tour no Recife, o Nerdstark participou de uma entrevista com o diretor e os atores Rafael Cardoso e Alice Wegmann, para falar um pouco sobre o filme.

Confiram abaixo um pouco mais do nosso bate-papo com a galera de O Rastro:

Alice e Rafael, contem um pouco sobre seus personagens

Então o João ele é um médico, que não está atuante no momento, ele fez a regulação dos hospitais e decide para onde cada pessoa vai ser transferida, fechamento de hospitais, enfim, fica remanejando os pacientes e ele tem uma esposa que é o personagem da Leandra Leal, eles vão ter um filho, e então ele é designado para fechar um hospital, e dentro dessa história, quando ele vai para fechar um hospital, ele começa a passar por algumas coisas e aí vocês tem que acompanhar o filme

A minha personagem a Alice ela é assessora da regulação da secretaria de saúde e ela trabalha com o personagem do Rafa, é o braço direito dele e está tentando segurar a barra ali de alguma forma. Acaba que ele também, com toda essa situação acaba sendo corrompido e tem todas as questões psicológicas aí ela tenta dá uma ajudinha mas, vamos ver o que acontece.


O cinema nacional é um pouco carente do gênero, como vocês veem O Rastro dentro desse cenário?

É muito engraçado porque o trailer saiu na internet, aí já tem gente que fala assim ‘Filme nacional é uma merda!’, aí a gente fala porra, o cara nem viu nem dez minutos do filme ainda. A gente já sabe que isso acontece. Mas 97% das pessoas que comentaram estão muito afim de ver. Eu acho que a gente conseguiu passar essa primeira barreira, que é despertar essa curiosidade das pessoas quererem assistir ao filme e eu acho que isso por si só já está valendo, já está fazendo seu papel.

E a gente até comentou no carro, que vários amigos vem comentar sobre o trailer e falam “nossa mas, parece filme estrangeiro” mas, assim é nosso sabe?! É um filme feito aqui no Brasil, por pessoas daqui. De alguma forma acho que isso é um elogio, que eles fazem, falando que parece com filme estrangeiro, mas assim é muito importante que as pessoas valorizem isso.

É um filme que tem um público muito fiel, o público do gênero é um público muito fiel e eles são exigentes demais e a gente se preparou para isso, o que é o mais importante.


É a sua primeira experiência no gênero?

Minha primeira. Eu fiz um curta thriller mas, desse gênero é a primeira.

Mas não parece

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Definam o filme em três hashtag.

CA RA LHO (risos). #SaúdePúblicaéoTerror

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O filme tem alguma mensagem? Qual a mensagem que o filme quer passar para o telespectador?

A gente não pode falar sem estragar a surpresa do filme mas, tem uma mensagem, o filme é uma denúncia, é político, um super drama e ele também é um ‘terrorzão’.


Qual foi a maior dificuldade que vocês encontraram em criar e filmar o longa?

Na verdade a grande dificuldade é o longa em si, é o filme do gênero. Esse projeto por si só é um processo muito difícil porque não é um filme fácil de você captar dinheiro, não é um filme fácil de você captar apoio, patrocínio, porque é um filme de gênero, um filme denuncia, um filme político, então é um projeto que tivemos que dá os braços e mover um transatlântico para fazer acontecer. Malu (produtora) conseguiu junto com André (roteirista) um êxito absurdo em levantar uma produção inteira sem nenhum patrocínio. É um mérito, e realizar é muito difícil no Brasil. Agora teve outra dificuldade que foi a edição porque a gente escreveu um filme, filmou outro filme e a gente editou um outro filme, o filme se mostra na edição. Tínhamos dezesseis semanas para editar e o filme foi editado em vinte e sete. E agora a próxima dificuldade é colocar o filme no cinema, fazer com que os exibidores, exibam o filme. É uma dificuldade atrás na outra, mas de polegada em polegada estamos caminhando e está dando certo.

É isso gente, dia 18 de maio vamos todos ao cinema, prestigiar o longa e apoiar o cinema nacional, para que cada vez mais invistam em nosso cinema, assim melhorando a qualidade e melhore a forma como as coisas são feitas por aqui.

Paullo Mendonça

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