RESENHA – A FREIRA RESENHA – A FREIRA
4shares 4Facebook 0Twitter 0Google+ Atualmente temos algumas franquias de sucesso de filmes de terror. Tanto é verdade que os diretores desse gênero têm sido... RESENHA – A FREIRA

Atualmente temos algumas franquias de sucesso de filmes de terror. Tanto é verdade que os diretores desse gênero têm sido chamados para capitanear blockbusters de super-heróis, como James Wan, que dirige “Aquaman”, e David F. Sandberg, que depois de Annabelle 2, é o responsável pelo filme do Shazam.

Uma delas é “Invocação do Mal”, estrelados pela excelente atriz Vera Farmiga, e que já rendeu os spin-offs Annabelle e Annabelle 2. “A Freira” é um desses spin-offs, e conta uma história que se passa antes do primeiro “Invocação do mal”, em uma espécie de Abadia no interior da Romênia, em 1952. Frenchie, um rapaz franco-canadense que vive no lugar, encontra o corpo de uma freira que se enforcou na abadia. O Vaticano envia um padre exorcista e uma noviça para investigar o caso. E eles vão passar por diversos perrengues para descobrir o que aconteceu, e para resolver o problema, acabando com espírito maligno que habita aquele convento.

“A Freira” não é tão brilhante quanto o “Invocação do Mal” 1 e 2, cujas histórias foram melhor contadas, com mais credibilidade e verdade (acredito que por mérito do diretor James San). Porém, é um filme de terror melhor do que algumas obras recentes, como “A Maldição da Casa Winchester” e “Verdade ou Desafio” (este último, horroroso por sinal). Gosto da forma que as cenas foram filmadas, com plano fechado, aumentando o tamanho dos objetos, bem como o estilo sombrio, próprio dos filmes deste gênero. Os atores não são muito convincentes, mas a sonoplastia e a fotografia das cenas garantem alguns sustos e uma tensão constante. No geral, é um filme cumpridor.

O que mais me chama atenção nos filmes da franquia “Invocação do Mal” é que são baseados em histórias reais. E quem acredita em paranormalidade, sabe que tais fenômenos são possíveis. Entretanto, achei que faltou um pouquinho mais de veracidade na forma de contar a história no caso de “A Freira”. Eu acredito na história, mas não na forma que ela me foi apresentada.

Nota: 8,0

Roberta Rodrigues

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