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RESENHA – ALITA: ANJO DE COMBATE

Depois de ser adiada por seis meses, “Alita: Anjo de Combate” finalmente chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 14 de fevereiro. Dirigida por Robert Rodriguez e escrita por ninguém mais, ninguém menos que James Cameron, o filme desponta como uma das melhores adaptações de mangá para os cinemas feitas por Hollywood, ao conseguir reproduzir toda a atmosfera cyberpunk e o visual japonês dos ciborgues.

A história se passa no século XXVI, naquele cenário meio pós apocalíptico tantas vezes já retratado nas telonas. Alita não tinha esse nome quando foi encontrada em uma espécie de ferro-velho pelo Dr. Dyson Ido, cuja ocupação é “consertar” ciborgues, que são bastante comuns neste universo. Dr. Ido reconstrói Alita e praticamente a adota como filha, que não se recorda da sua vida anterior. Aos poucos, Alita vai tendo espécies de flashbacks e recupera a memória, lembrando que era uma guerreira muito habilidosa.

Obviamente, nem tudo são flores e Alita será caçada por Vector, o vilão interpretado pelo sempre excelente Mahersala Ali. Em meio a perseguições e conflitos, somos brindados com ótimas cenas de ação, lutas impecavelmente coreografadas e um CGI de respeito. Ainda que o visual sujo e a quantidade absurda de ciborgues tenha me cansado um pouco, não se pode deixar de reconhecer os méritos desta adaptação. As atuações são ótimas, e o elenco merece respeito: o versátil Christopher Waltz vive Dr. Ido, Jennifer Connely como Chiren, Ed Skrein como Zapan são os nomes mais conhecidos, além de Rosa Salazar como Alita, que com os efeitos ficou com aqueles olhos gigantescos, característicos dos mangás. Tudo com muito capricho, o que justifica o atraso no lançamento da obra.

Eu não li o mangá, mas acredito que o filme funcione tanto para quem já conhece a história, quanto para quem está tendo o primeiro contato com a jornada de Alita. É emocionante, envolvente e surpreendente. Alita, mesmo sendo um ciborgue, é uma personagem muito humana e que desperta empatia. Vale a pena conferir no cinema, pois não é sempre que vemos um filme de sci-fi com tanta qualidade. E se possível, assista em iMax, pois as cenas são grandiosas e nos proporcionam praticamente uma experiência imersiva neste universo cyberpunk do futuro. Espero que “Alita: Anjo de Combate” faça sucesso nas bilheterias, para que possamos vê-la novamente nas telonas.

Nota: 9,0

Roberta Rodrigues AutorParticipant
Cabine de Imprensa , Nerd Fusão
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