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RESENHA – ERA UMA VEZ UM DEADPOOL

Um dos grandes acertos da Fox recentemente foi apostar em um anti-herói como Deadpool: ele difere dos personagens da Marvel que fazem parte do MCU por ser irreverente, desbocado, bagaceiro e politicamente incorreto. Interpretado brilhantemente por Ryan Reynolds, sempre rende boas histórias e muito dinheiro. Tanto é verdade que, pela segunda vez no mesmo ano, temos um filme do Mercenário Tagarela nos cinemas.

“Era uma vez um Deadpool” não é o terceiro filme do anti-herói, tampouco é uma história original: trata-se de uma releitura, uma remontagem de “Deadpool 2” adaptada para um público mais jovem, já que sua classificação etária inicial era para maiores de 18 anos. Neste formato, como um conto de Natal, vemos o Mercenário Tagarela contar a história para Fred Savage, que viveu Kevin na lendária série “Anos Incríveis”, em um quarto que lembra o de “O Diário da Princesa”.

Como em “Deadpool 2”, o filme conta porquê Wade Wilson tentou se matar, porquê ele resolveu se preocupar com uma criança (Firefist), como formou a X-Force e seu encontro com Cable. Entre as cenas, há intervenções de Fred Savage , que questiona Deadpool a respeito de suas decisões. Essas cenas funcionam bem e poderiam ter sido em maior número.

Tecnicamente, o filme é honesto e, em se tratando de uma história sobre o Deadpool, é bastante aceitável e crível. Como aconteceu em “Deadpool 2”, ele rende várias risadas, e sempre é divertido ver Ryan Reynolds neste papel, parece que ele nasceu pra isso. Porém, entendo que é completamente dispensável para quem assistiu a primeira versão. O acréscimo das intervenções de Fred Savage, ainda que sejam bem interessantes, não agregam o suficiente para justificar uma nova ida ao cinema. A não ser que você seja um fã de carteirinha dele, como eu.

Nota: 8,5

Roberta Rodrigues AutorParticipant
Cabine de Imprensa , Nerd Fusão
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