RESENHA – MAMMA MIA: LÁ VAMOS NÓS DE NOVO! RESENHA – MAMMA MIA: LÁ VAMOS NÓS DE NOVO!
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Após 10 anos, fomos brindados com a sequência de “Mamma Mia”, musical inspirado em espetáculo homônimo da Broadway, cuja trama é contada através de músicas do grupo Abba. No primeiro filme, de 2008, conhecemos a história de Donna, interpretada por Meryl Streep, e sua filha Sophie, vivida por Amanda Seyfried, que está prestes a se casar e quer conhecer o pai. Depois de ler o diário da mãe da época em que foi concebida, Sophie chega a três possíveis nomes de quem pode ser seu pai, e os convida para o casamento.

“Mamma Mia: Lá vamos nós de novo!”, apesar de se passar anos após a primeira história que nos foi apresentada, traz diversos flashbacks com a história de Donna: sua juventude, as apresentações de Donna & Dynamos, e como ela conheceu e se envolveu com Harry, Sam e Bill, trazendo-os em suas versões jovens. Paralelamente, vemos Sophie organizando a reinauguração do hotel, e o retorno dos personagens do primeiro longa à ilha, e tendo que lidar com as diferenças com Sky, com quem ela se casou anteriormente.

Particularmente, gostei mais do segundo filme do que do primeiro, já que gostei mais da trama e as coreografias parecem melhor desempenhadas. A história é envolvente, emocionante, alternando momentos dramáticos e engraçados, mas tudo com muita beleza e, é claro, exageros, como ocorria na época em que o grupo Abba esteve no topo das paradas de sucesso. A fotografia é exuberante, como não poderia deixar de ser, já que se passa na Grécia, trazendo passagens lindíssimas e utilizando várias cenas em tons de azul. É um visual que agrada muito aos olhos. Quanto às atuações, é engraçado ver atores que normalmente fazem papéis sérios, como Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skarsgard se esforçando para requebrar e tentar cantar, mas o resultado é interessante. A cereja do bolo fica por conta da diva Cher, maravilhosa, cantando a clássica “Fernando”, no terceiro ato.

Como era de se esperar, “Mamma Mia: Lá vamos nós de novo!” é aquele brega que quase todo mundo gosta. Impossível não sair do cinema cantando as músicas mentalmente em looping por um bom tempo. Em seis meses que participo de cabines de imprensa, foi apenas a segunda vez que ouvi aplausos ao final da exibição. E posso afirmar, foram merecidos.

Nota: 10,0

Roberta Rodrigues

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