Home / NOTÍCIAS / FILMES / RESENHA – MIB: HOMENS DE PRETO – INTERNACIONAL

RESENHA – MIB: HOMENS DE PRETO – INTERNACIONAL

A expectativa para “MIB: Homens de Preto – Internacional” era grande, pois além de se tratar de uma franquia muito querida que estava longe das telonas há sete anos, veríamos novamente a dupla Tessa Thompson e Chris Hemsworth juntos em ação, depois do sucesso que fizeram em “Thor: Ragnarok”. Eles não decepcionam, mas também não surpreendem.

O filme nos apresenta a história de Molly, personagem de Tessa, que quando era criança teve contato com alienígenas (inclusive fazendo amizade com um deles que invadiu a sua casa, o que será importante para a trama logo adiante). Os pais de Molly foram neuralizados (o processo aquele que os MIB’s fazem com as pessoas para esquecerem do que viram), mas ela não, e ela nunca se esqueceu do que viu. Molly já era uma menina inteligente (na sua primeira cena, ela está lendo o livro “Uma breve história do tempo”, de Stephen Hawking – aliás, recomendo a leitura), e a partir de então se torna obcecada pela organização MIB e pelos aliens. Até que um dia, mais de vinte anos depois, ela finalmente os encontra, e faz de tudo para se tornar um MIB.

Paralelamente, temos a história de H, personagem de Chris Hemsworth, o melhor agente da MIB atualmente, conhecido por salvar o mundo junto com High T, vivido por Liam Neeson, em Paris, no ano de 2016. H é boa pinta, fanfarrão e normalmente trabalha sozinho agora, já que High T fica no escritório. Ele recebe uma missão importante em Londres, e M (nome recebido por Molly ao entrar para a MIB) consegue persuadi-lo a leva-la junto. E daí começa uma trama clássica (e batida) de espionagem, para saber quem é o traidor dentro da MIB, colocando em xeque, inclusive, a lealdade de H. E o resto vocês terão de assistir para saber.

A exemplo do que “Star Wars VII – O Despertar da Força” fez referenciando “Star Wars IV – Uma Nova Esperança”, “MIB: Homens de Preto – Internacional” também é uma homenagem ao primeiro filme da franquia, ao reproduzir várias situações semelhantes, como a bagunça que M faz ao chegar na agência, de forma parecida com o que aconteceu J (personagem de Will Smith). A dupla M e H também tem um alien parceiro, o Pawny (vulgo Dollynho), dublado pelo ótimo Kuman Nanjiani, do recente “Doentes de Amor”. Neste quarto filme da fraquia também temos o retorno do Agente O, vivida por Emma Thompson, e de Frank, o pug falante que já apareceu nos filmes anteriores. Além disso, sempre há a brincadeira com famosos que são alienígenas (e para o Brasil temos uma participação especial), e uma referência a Thor que infelizmente foi colocada no trailer e estragou a surpresa.

“MIB: Homens de Preto – Internacional” não é revolucionário ou inovador, mas cumpre seu papel ao trazer um pouco de frescor e novidade para a franquia. A dupla de protagonistas tem um bom timing de humor e funciona bem juntos. Apesar do roteiro simplório e algumas falhas, é um filme que proporciona entretenimento de forma leve e divertida por duas horas. Vi, veria de novo e quero mais filmes sobre MIB.

Nota: 9,0

Roberta Rodrigues AutorParticipant
Cabine de Imprensa , Nerd Fusão
Aqui é Nerd Fusão na veia!
follow me

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

*

x

Check Also

RESENHA – DOUTOR SONO

Vivemos em uma época que a indústria cinematográfica tenta explorar ao máximo ...