RESENHA – NASCE UMA ESTRELA RESENHA – NASCE UMA ESTRELA
0shares 0Facebook 0Twitter 0Google+ “Nasce uma estrela” é a terceira (isso mesmo, terceira) refilmagem a contar a mesma história, cujo original foi lançado em... RESENHA – NASCE UMA ESTRELA

“Nasce uma estrela” é a terceira (isso mesmo, terceira) refilmagem a contar a mesma história, cujo original foi lançado em 1937. As outras versões são um musical em 1954, e um filme de 1976, protagonizado por Barbra Streisand. Desde a sua exibição no Festival de Veneza em agosto deste ano, a obra tem gerado muita expectativa, principalmente em função da atuação de Lady Gaga no papel principal. E ela não decepciona.

A história é simples e nada original, mas funciona: Um cantor famoso, Jack (personagem de Bradley Cooper), em decadência encontra uma moça, Ally (vivida por Lady Gaga) que canta em um bar de Drag Queens, eles se apaixonam, e enquanto vê a carreira dela decolar, ele cada vez mais vê a sua ir para o fundo do poço, especialmente por conta dos problemas com álcool e drogas. Em dado momento, Ally cede às pressões do empresário e da mídia e passa a fazer um som mais comercial. Jack critica isso, eles brigam e etc. Como pode se ver, uma trama comum e batida, mas que serve de sustentação para a obra.

“Nasce uma estrela” é um filme que traz gratas surpresas: Lady GaGa se revela uma boa atriz, e Bradley Cooper se mostra um bom cantor. Como diretor, bem, considerando que se trata do seu primeiro filme nesta posição, ele não faz feio. Mas, alguns cortes bruscos de cena, alguns probleminhas de montagem e a longa duração do filme me incomodaram um pouco. Nada que não possa ser corrigido em seus próximos trabalhos. A parte musical é exuberante, tanto Lady Gaga quanto Bradley Cooper nos trazem excelentes interpretações, e a fotografia muito agradável aos olhos.

Não é por acaso que o filme tem sido bastante elogiado, pois ele tem todos os ingredientes que costumam estar contidos em uma obra de sucesso: um casal que tem boa química, uma história de amor e de superação e boas atuações. Apesar de um roteiro comum e previsível, é um feijão com arroz que funciona. E vale muito a pena ver a Lady Gaga, tanto cantando quanto interpretando Que grata surpresa.

Nota: 9,0

Roberta Rodrigues

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